K d

domingo, 10 de março de 2013

Poesia de merda



Exclamação de baixo calão para exprimir desprezo
O bagaço de que se faz a aguapé do desejo

Sofrimento físico seguido de Saliência e protuberância
sedimento de líquido sem nenhuma esperança

Acomodar-se em dor num assento de dejeções
excremento humanoide que sai sem fazer objeções

A água sente a  borra que mergulha
a bunda recebe de volta um líquido em borbulha

Excremento banhado e afogado em ondas leves
sujar-se com as próprias fezes

Papel para limpeza de glúteos e nádegas
encontro de milhos, palha de arroz, couve e outras tantas

Olhar fixamente para o ultimo adeus
ao cocô que deixou reto e cólon meus

Assim termino essa nova
uma bela merda de trova

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